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	<title>VII Bienal</title>
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	<title>VII Bienal</title>
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		<title>RIBEIRÃO E AS ARTES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Secretaria SBPRP]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2023 09:36:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ribeirão e as Artes]]></category>
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					<description><![CDATA[Podemos dizer que Ribeirão Preto foi protagonista na difusão e formação da cena da arte moderna e contemporânea no interior de São Paulo e do Brasil. A vinda de artistas plásticos italianos como Bassano Vaccarini, Lionello Berti, Pedro Manuel-Gismondi confirmam este cenário. A partir do final dos anos 60, a cidade de Ribeirão Preto vai [&#8230;]]]></description>
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<p>Podemos dizer que Ribeirão Preto foi protagonista na difusão e formação da cena da arte moderna e contemporânea no interior de São Paulo e do Brasil.</p>



<p>A vinda de artistas plásticos italianos como Bassano Vaccarini, Lionello Berti, Pedro Manuel-Gismondi confirmam este cenário. A partir do final dos anos 60, a cidade de Ribeirão Preto vai deixando a sua fisionomia cafeeira para dar lugar à arquitetura modernista com a construção, na década de 1970, do complexo do Morro do São Bento: Teatro de Arena, Teatro Municipal e a Casa da Cultura, que abrigou a Escola de Artes do Bosque.</p>



<p>É nesse cenário de grandes mudanças na fisionomia urbana e artística ribeirão-pretana que foi realizado em 1975 o 1º Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional-Contemporâneo (SARP) com a iniciativa de artistas locais e do poder público municipal. Uma das figuras de destaque enquanto apoiador da cena das artes plásticas em Ribeirão Preto foi o empresário João Figueiredo Ferraz, que entre os anos de 1988 a 1997, atuou como presidente das Comissões Organizadora.</p>



<p>Uma das mais notáveis ações de Figueiredo Ferraz foi a criação do Instituto Figueiredo Ferraz (IFF) a partir da sua coleção pessoal de arte contemporânea, fato este que deu destaque à Ribeirão Preto como um dos grandes centros difusores das artes visuais no país. Inaugurado em outubro de 2011 o IFF é um espaço de difusão de arte e cultura e traz exposições temporárias através de parcerias com as mais importantes instituições culturais do país.</p>



<p>Outro ícone da nossa cultura é o belíssimo Teatro Pedro II, inaugurado em 1930. É o terceiro maior teatro de ópera do país em capacidade de público. Restaurado e modernizado, mantem a estrutura arquitetônica da época em que foi construído acrescido do icônico projeto da cúpula assinado por Tomie Ohtake, com recursos e espaços artísticos ampliados, mantendo-se como referencia cultural da cidade. O Teatro Pedro II é tradicionalmente a sede da abertura das Bienais de Psicanálise e Cultura da SBPRP.</p>



<p>Não poderíamos deixar de citar, com muito orgulho, a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, patrimônio cultural imaterial dos ribeirão-pretanos, que ano no passado completou cem anos de vida.</p>



<p>Atualmente Ribeirão Preto abriga conservatórios musicais, escolas de música, escolas de dança, escolas de artes plásticas, grupos musicais, bibliotecas, teatros, salas para apresentações culturais e museus de excelência e com moderna infraestrutura, além de projetos culturais, como a Feira Nacional do livro de Ribeirão Preto, a segunda maior feira de livro a céu aberto do Brasil, mantendo a cidade como referência cultural no país.</p>



<p>Ribeirão Preto é um manancial de arte e cultura. A psicanálise, que está intimamente relacionada à arte e à cultura, se fez presente em Ribeirão Preto desde a implantação do campus da USP na cidade, que incluiu a psicologia médica no curso de medicina em 1952, atraindo psicanalistas da IPA e abrindo o percurso psicanalítico na cidade, que culminou com a entrada da SBPRP como instituição componente da IPA em 2005. Desde os seus primórdios a SBPRP vem promovendo um relevante intercambio científico e cultural na cidade, atraindo pessoas de diferentes cidades da região para o aprimoramento psicanalítico. EM 2008 a SBPRP realizou a I Bienal de Psicanálise e Cultura da SBPRP, espaço destinado para o intercâmbio entre as influências recíprocas e contínuas que se dá entre cultura e psicanálise. A Bienal de psicanálise e Cultura da SBPRP consolidou-se como um evento tradicional na cidade de Ribeirão Preto e como referência na comunidade psicanalítica brasileira.</p>



<p>Ribeirão Preto e a SBPRP te esperam.</p>



<p>Conheça Ribeirão Preto:</p>



<p>&#8211; Teatro Pedro II: Rua Álvares Cabral, 370, Centro. Ribeirão Preto – SP.</p>



<p>&#8211; Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto: Rua São Sebastião, 1002, Centro &#8211; Ribeirão Preto – SP.</p>



<p>&#8211; Biblioteca Sinhá Junqueira: Rua Duque de Caxias, 54, Centro – Ribeirão Preto &#8211; SP.</p>



<p>&#8211; Centro Cultural Palace: Rua Alvares Cabral, 322, Centro – Ribeirão Preto.</p>



<p>&#8211; Museu de Arte de Ribeirão Preto &#8220;Pedro Manuel-Gismondi&#8221;: R. Barão do Amazonas, 323, Centro &#8211; Ribeirão Preto – SP.</p>



<p>&#8211; Museu da Imagem e do Som “José da Silva Bueno” – MIS: Praça Morro do São Bento – Ribeirão Preto – SP.</p>



<p>&#8211; Casa da Cultura Juscelino Kubitschek: Morro São Bento – Ribeirão Preto. – SP.</p>



<p>&#8211; Santuário das Sete Capelas: Via São Bento, s/n – Ribeirão Preto – SP.</p>



<p>&#8211; Teatro Municipal de Ribeirão Preto: Via São Bento, s/n &#8211; Ribeirão Preto – SP.</p>



<p>&#8211; Teatro de Arena: Morro de São Bento – Ribeirão Preto – SP.</p>



<p>&nbsp;&#8211; Bosque e zoológico de Ribeirão Preto:&nbsp; Morro de São Bento – Ribeirão Preto &#8211; SP. &#8211; Instituto Figueiredo Ferraz: Rua Maestro Ignácio Stábile, 200, Alto da Boa Vista &#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ribeirão Preto &#8211; SP.</p>
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		<title>O tempo no umbigo do homem, a música na alma e as humanidades possíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Secretaria SBPRP]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 10:53:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inspire-se!]]></category>
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					<description><![CDATA[Gravura e arte: Gal Oppido CENTRO (MÁRIO MARTINEZ/RENAN BARBOSA) O TEMPO NO UMBIGO DO HOMEM O HOMEM NO UMBIGO DO TEMPO O HOMEM NO CENTRO DO MUNDO O HOMEM NO MEIO DE TUDO O HOMEM NO CLARO DO TÚNEL O HOMEM NO FUNDO DO FUNDO O TEMPO NO UMBIGO DO HOMEM O HOMEM NO UMBIGO [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Gravura e arte: Gal Oppido</p>



<p><strong>CENTRO (MÁRIO MARTINEZ/RENAN BARBOSA)</strong></p>



<p>O TEMPO NO UMBIGO DO HOMEM</p>



<p>O HOMEM NO UMBIGO DO TEMPO</p>



<p>O HOMEM NO CENTRO DO MUNDO</p>



<p>O HOMEM NO MEIO DE TUDO</p>



<p>O HOMEM NO CLARO DO TÚNEL</p>



<p>O HOMEM NO FUNDO DO FUNDO</p>



<p>O TEMPO NO UMBIGO DO HOMEM</p>



<p>O HOMEM NO UMBIGO DO TEMPO</p>



<p>HUMANO, DEMASIADO INSANO</p>



<p>COGITA E LOGO RESISTE</p>



<p>HUMANO, DEMASIADO INSANO</p>



<p>COGITA E LOGO RESISTE</p>



<p>RUPESTRE O FOGO QUE CONSOME</p>



<p>RUPESTRE O FOGO QUE CONSOME</p>



<p>O TEMPO DA IDEIA NO HOMEM</p>



<p>NO HOMEM A IDEIA DO TEMPO</p>



<p>“Sou um homem comum, qualquer um, enganando entre a dor e o prazer”, e tenho claramente problemas com a passagem do tempo. Não com a inevitabilidade do envelhecer, mas com o dia/vida que nunca são suficientes para realizar tudo que gostaria. A sensação é de que estou sempre devendo à vida, ao tempo. Tudo isso se agrava porque sou, também, um procrastinador. Angustio-me por não saber o que devo buscar ativamente e o que devo deixar por conta do imponderável. Sentar-me para compor, diariamente, como um exercício, ou esperar que a inspiração faça uma súbita visita? Planejar minha rotina e me apegar aos meus traços obsessivo-compulsivos, ou abandonar as preocupações e me abrir às surpresas do acaso?&nbsp;</p>



<p>Também me causa espanto que, por mais que os séculos se sucedam, os homens continuem presos às mesmas vicissitudes (maravilhosas umas e mesquinhas outras): sexo, poder, comida, ganância, neuroses, guerras e competições, a busca do amor, o confronto com a inevitabilidade da morte&#8230;</p>



<p>É como se ainda carregássemos dentro do nosso mundo interno o homem das cavernas, correndo atrás do fogo, num eterno retorno das mesmas questões primitivas, paixões e neuroses. “Cogita e logo resiste”:&nbsp; o homem que procrastina, que titubeia, que duvida de si e do outro, que foge, que renuncia aos seus sonhos e desejos, por medo.&nbsp;</p>



<p>O umbigo se me afigura o centro de todas essas questões: o homem com uma vida que não sabe por que foi lhe dada nem o que fazer com ela, julgando-se o ser mais importante do planeta, mas destruindo, sem piedade, seu habitat; a imensidão do universo, no qual a vida humana representa tão ínfima parcela.</p>



<p>A metáfora do “umbigo”, numa canção em que nossas disposições ancestrais são mencionadas, me veio também pela letra de &#8220;José&#8221;, de Caetano Veloso (meu artista preferido e o que mais me influencia): “estou no fundo do poço/meu grito lixa o céu seco”; (&#8230;)” o poço é escuro/ mas o Egito resplandece, no meu umbigo, e o sinal que vejo é esse” &#8230;</p>



<p>Sou particularmente fã de um texto de Freud, “A significação antitética das palavras primitivas” (1910), no qual, discorrendo sobre um artigo do filólogo Karl Abreu, ele chama a atenção para a possibilidade de uma palavra conter em si mesma o seu oposto, e nos remete a uma outra época, na aurora da linguagem humana, em que um mesmo “ideograma” ou vocábulo representava estados opostos, como claro/escuro, dia/noite. E de como o inconsciente usa esse artifício para reunir opostos num mesmo símbolo, principalmente na construção dos sonhos. A combinação de contrários operando como substrato da linguagem e dos fenômenos psíquicos.&nbsp;</p>



<p>Foram essas, basicamente, as imagens que me ocorreram quando criei a letra da canção “Centro”. A melodia foi composta por Mário Martinez, músico, professor e poeta, com quem tenho uma profícua parceria musical e de amizade, há mais de 25 anos. Nessa canção encontra-se o verso “Humano, demasiado insano”, que dá título ao último EP que lancei.</p>



<p>Por “insano” leia-se esses tempos estranhos que atravessamos, de fanáticos, mitos, ódios, fake news, pós-verdades e terraplanismos. Mas, se pensarmos que a escuridão contém a luz, talvez possamos nutrir a esperança. E é a ela que me dirijo em minha caminhada.</p>



<p><strong>Renan Barbosa</strong> é médico psiquiatra, cantor e em parceria com Mário Martinez, compositor da música &#8220;Centro&#8221;, tema da VI Bienal de Psicanálise e Cultura &#8211; &#8220;Humanidades Possíveis &#8220;.</p>



<p>Migrante nordestino, muito anos vivi em Ribeirão Preto, a cidade que me deu régua e compasso para me tornar quem sou. Cheguei médico, para cursar a especialização em Psiquiatria no Hospital das Clínicas da USP, e pretendia me tornar psicanalista. Muitos grupos de estudos, supervisões e seminários depois, fiz outras escolhas, fascinado pela coordenação de grupos operativos na linha de Pichon-Rivière e pela atuação junto a usuários de álcool e drogas. Mas, até hoje, a Psicanálise está embutida no meu modo de enxergar o mundo &#8211; e as voltas que ele dá. A carreira musical, iniciada ainda na adolescência, em Campina Grande, completou 34 anos, já.</p>



<p>Eis que, recentemente, uma psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise de Ribeirão Preto me solicita a letra de &#8220;Centro&#8221;, que ela escutara nas minhas redes sociais. Enviei.</p>



<p>Após alguns dias, ela me conta que submetera a letra e música à apreciação de seus pares, por ter identificado que a canção se adequava ao tema da VI Bienal de Psicanálise e Cultura, que aquela entidade promoverá, de 18 a 20 de maio de 2023, com o tema “Humanidades possíveis”.</p>



<p>Fui convidado a assistir ao evento, a música foi incluída na vinheta de divulgação e também farei um show acústico para os presentes. Senti-me comovido, em regozijo, feliz por voltar à Ribeirão e realizar o sonho de participar da Bienal. A vida, em seus ciclos, às vezes nos mostra que nossos passos mais primitivos tecem nosso futuro ou, como cantavam as ceguinhas de Campina Grande, &#8220;a pessoa é para o que nasce&#8221;.&nbsp;</p>



<p>Renan Barbosa é médico psiquiatra, trabalhador do SUS, cantor e compositor e mora em São Paulo.</p>



<p>Suas canções encontram-se em todas as plataformas digitais.&nbsp;</p>
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		<title>Coser em Ouro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Secretaria SBPRP]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 10:50:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inspire-se!]]></category>
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					<description><![CDATA[A Cultura e A Arte Oriental são pródigas na sua função de apresentar para o mundo suas representações e interpretações sobre fenômenos humanos, especialmente, sobre as relações das pessoas com elas mesmas e com o ambiente em que vivem. Na VI Bienal de Psicanálise e Cultura da SBPRP teremos o prazer de contar com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Cultura e A Arte Oriental são pródigas na sua função de apresentar para o mundo suas representações e interpretações sobre fenômenos humanos, especialmente, sobre as relações das pessoas com elas mesmas e com o ambiente em que vivem.</p>



<p>Na VI Bienal de Psicanálise e Cultura da SBPRP teremos o prazer de contar com a presença do fotógrafo Vanderlei de Souza Jr., nos dias 18, 19 e 20 de maio de 2023, com a exposição permanente do seu trabalho fotográfico <em>“Coser em Ouro”.</em></p>



<p>Neste trabalho, Vanderlei se inspirou e teve como base a Arte Milenar Japonesa <em>Kintsukuroi</em> do século XV (também conhecida por reparo com ouro) que se vale de uma espécie de cola de ouro para unir os cacos de algum objeto de cerâmica antigo que havia sido quebrado ou danificado. Essa ação “reparadora” tem como principal fundamento, propiciar a esse objeto uma nova perspectiva de Existência, revalorizando sua importância e considerando a condição de impermanência do humano, em constante transformação.</p>



<p>Vanderlei nos apresentará seu olhar sensível por meio de fotos de faces de pessoas, em que as marcas e traços dourados realizados nas faces, similares as emendas douradas da técnica do <em>Kintsukiroi</em>, realçam algo comumente desprezado pela nossa Sociedade Contemporânea – as rugas e marcas do tempo nos rostos humanos. Para o fotógrafo cada ruga e cada marca de expressão revelam as fraturas impostas pelos desafios inerentes da vida. Em sua arte, Vanderlei lança um novo olhar sobre algo que seria habitualmente escondido, descartado e depreciado na cultura ocidental, possibilitando ao observador e apreciador do seu trabalho, um olhar empático sobre um sem número de Humanidades Possíveis.</p>



<p>Convidamos a todos os participantes da VI Bienal para visitarem a exposição ao longo do Evento.</p>



<p>Local: Auditório Topázio &#8211; Hall 2o Andar &#8211; Sala Turquesa</p>
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		<title>Inspire-se!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Secretaria SBPRP]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Mar 2023 20:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inspire-se!]]></category>
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					<description><![CDATA[Pensando em uma forma de irmos mergulhando nos temas da VI Bienal e nas emoções que possivelmente surgirão no encontro, criamos o INSPIRE-SE!, uma parte do Blog da Bienal&#160; onde apresentaremos sugestões de filmes, poesias e outros conteúdos artísticos. Estreando, trazemos a indicação do filme “Não me abandone jamais” (2010) do diretor estadunidense Mark Romanek [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pensando em uma forma de irmos mergulhando nos temas da VI Bienal e nas emoções que possivelmente surgirão no encontro, criamos o <em>INSPIRE-SE!, </em>uma parte do Blog da Bienal&nbsp; onde apresentaremos sugestões de filmes, poesias e outros conteúdos artísticos.</p>



<p>Estreando, trazemos a indicação do filme <strong><em>“Não me abandone jamais”</em></strong> (2010) do diretor estadunidense Mark Romanek inspirado no livro de mesmo título do escritor Japonês Kazuo Inshiguro é a nossa sugestão para o aquecimento da mesa da VI Bienal de Psicanálise e Cultura da SBPRP que abordará o tema: “<strong><em>Uma possível pulsão de humanidade”</em></strong>.</p>



<p>Com elementos de ficção científica e tecnológicos, o filme narra o drama de clones humanos que são gerados com o único e o “nobre” propósito de doarem seus órgãos para pessoas portadoras de alguma doença. Apesar do caráter ficcional, o filme nos convida a reflexões atuais sobre os limites dos avanços da ciência e da tecnologia, revelando a complexidade da temática. Um filme extremamente triste, que nos coloca frente a questionamentos sobre a diferenciação do que seria da ordem do “Humano” e do que seria da ordem de um “Senso de Humanidade”.</p>



<p>Em uma cena tocante, o grito solitário do protagonista escancara o desespero, o pavor e, resultado de sucessivas violências, ações e soluções simplistas, em que o ser humano, sua subjetividade, suas emoções – SUA ALMA – são desconsideradas.</p>



<p>Como último spoiler sugerimos que prestem atenção à belíssima canção <strong><em>Never Let Me Go,</em></strong> interpretada por Judy Bridgewater, que embala cenas nas quais os personagens entram em contato com suas emoções.</p>



<p><a></a>Seria um alerta no sentido de não abandonarmos o “Senso de Humanidade” diante de outro ser humano?</p>



<p>Vale a pena conferir! Vale a pena refletir!</p>



<p>O filme está disponível na plataforma Star+</p>
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		<title>Tecendo diálogos possíveis</title>
		<link>https://bienal2026.sbprp.org.br/palavras-da-organizacao/2023/01/16/tecendo-dialogos-possiveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Secretaria SBPRP]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2023 01:05:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Palavras da Organização]]></category>
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					<description><![CDATA[Ana Cláudia G. R. de Almeida – Coordenadora da Comissão Científica da VI Bienal  Em 1932, num diálogo que ficou conhecido como “Por que a guerra?”  Eisntein e Freud, debatem sobre as inquietações de seu tempo/nosso tempo, considerando o movimento das pulsões de vida e de morte, a partir do qual se constitui a própria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ana Cláudia G. R. de Almeida – Coordenadora da Comissão Científica da VI Bienal</p>



<p> Em 1932, num diálogo que ficou conhecido como “Por que a guerra?”  Eisntein e Freud, debatem sobre as inquietações de seu tempo/nosso tempo, considerando o movimento das pulsões de vida e de morte, a partir do qual se constitui a própria existência humana. Humanamente possível.</p>



<p>Davi Kopenawa e Bruce Albert, um xamã-narrador e um etnólogo escritor também nos trazem inquietações semelhantes em “Queda do céu”.  Tratam da ameaça humana ao planeta que pode inviabilizar a sobrevivência da espécie. Humanamente impossível.</p>



<p>Hanna Segal em seu livro Psicanálise, Literatura e Guerra, defende o compromisso ético dos psicanalistas diante das ameaças à vida humana, compromisso em colaborar para a melhor compreensão dos mecanismos psíquicos envolvidos na fúria desmedida da agressividade humana.</p>



<p>Em pequenos recortes, numa espécie de voo panorâmico pelas pesquisas para elaboração do programa científico cultural da VI Bienal de Psicanálise e Cultura de Ribeirão Preto, trago o trabalho realizado pelas comissões científica e cultural responsáveis pela tarefa, um grupo de oito mulheres, artesãs da psicanálise, que inspiradas em referências expressas pelos diálogos acima desfiaram os fios por eles apresentados e com os mesmos fios procuraram tecer uma nova rede em direção à  <strong>&#8220;HUMANIDADES POSSÍVEIS&#8221;.</strong></p>



<p>Propondo um programa integrado científico-cultural, a rede se constituiu, iniciando com reflexões justamente sobre a dança das pulsões e quem sabe “Uma possível pulsão de humanidade”, se desdobrando em “Novas Considerações sobre a pulsão de morte”. As conversas seguem sobre “Humanidades Silenciadas”, investigando os movimentos histórico-sociais de apagamentos de toda uma ampla produção cultural da intelectualidade negra no Brasil. Amanhecendo num encontro para pensar nossa relação com o planeta em “Humanidades possíveis e o planeta Terra”, seguindo com a pergunta atemporal “Por que, ainda, a guerra?” e alcançando “O que ela sussurra” que nos apresenta o sussurro poético de esperança que sobrevive entre guerras. Encerrando com um debate e o desejo de que a potência do encontro ajude a sustentar o céu sobre nossas cabeças.  </p>



<p>Aqui nossa proposta de itinerário para a VI Bienal – Humanidades Possíveis. Contamos com sua presença, até lá!</p>
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		<title>VI Bienal de Psicanálise e Cultura da SBPRP- 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Secretaria SBPRP]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2023 00:50:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Palavras da Organização]]></category>
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					<description><![CDATA[Há cerca de quinze anos, alguns colegas da nossa Sociedade, coordenados por Maria Bernadete Amêndola C. de Assis e Lia F. C. Falsarella, iniciaram o Projeto das Bienais, com a proposta de dialogar e transitar por outras áreas do conhecimento, ampliando horizontes e possibilitando desenvolvimento. A cada evento, fomos desbravando novos espaços e encontrando ressonâncias [&#8230;]]]></description>
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<p>Há cerca de quinze anos, alguns colegas da nossa Sociedade, coordenados por Maria Bernadete Amêndola C. de Assis e Lia F. C. Falsarella, iniciaram o Projeto das Bienais, com a proposta de dialogar e transitar por outras áreas do conhecimento, ampliando horizontes e possibilitando desenvolvimento. A cada evento, fomos desbravando novos espaços e encontrando ressonâncias e enriquecimento.</p>



<p>No final do ano passado, recebi um convite para coordenar a Comissão Cultural da VI Bienal de Psicanálise e Cultura da SBPRP, feito pela coordenadora geral do evento, Andréa Ciciarelli P. Lima. Fiquei extremamente feliz e, confesso, ao mesmo tempo com um “frio na barriga”, pois já tendo acompanhado, em outros momentos, os preparativos deste evento, sabia do grande desafio que teria pela frente. Quando cheguei, o barco já estava navegando, ainda bem perto da margem, mas já havia saído do porto. Sabia que tinha muito a aprender/apreender e, assim, resolvi aceitar o desafio. Nadei bem forte e consegui acompanhá-lo, sentindo-me tão acolhida pelas colegas, que me receberam com muito carinho.</p>



<p>Desde o início, percebi uma grande sintonia nas propostas, funcionamentos, pensamentos e sentimentos. Era fácil concordar e embarcar nos sonhos, muitas vezes sonhados em conjunto. Foram muitas reuniões, encontros em sorveterias, cafés&#8230; Gradativamente, fomos construindo um verdadeiro grupo de trabalho, buscando desenvolver um formato menos convencional e mais dinâmico, onde as comissões Científica e Cultural se entrelaçavam e complementavam em harmonia, facilitando o diálogo entre a aquisição do conhecimento científico e da experiência emocional.</p>



<p>Desejávamos, fortemente, construir algo que fosse além do entretenimento e proporcionasse verdadeiras experiências emocionais e estéticas. Foram muitas trocas, leituras de livros, textos, contato com autores, participação em espetáculos, podcasts, atividades culturais que se misturavam às atividades científicas. Muitos caminhos foram trilhados até chegarmos ao tema da nossa Bienal:</p>



<p>“Humanidades Possíveis”.</p>



<p>O que pensar da nossa Humanidade, Desumanidade, In-humanidade?</p>



<p>Como lidar com a nossa destrutividade x criatividade?</p>



<p>Inspiradas no diálogo entre Freud e Einstein, “Porque a Guerra”, nos debruçamos sobre esse tema, tão atual e urgente nos dias de hoje. Vivemos em tempos de guerra, não apenas concretamente. Nos deparamos com essa realidade, observando e vivenciando o uso de armas invisíveis e muito potentes, que vem sendo usadas massivamente, para destruir nossa capacidade de pensar criativamente. Me refiro ao uso das Fake News, Deepfakes, etc., que disseminam conteúdos falsos em ampla escala nas redes sociais, incitando o preconceito, o ódio e a violência, nos distanciando da verdade e do contato com a realidade.</p>



<p>Através de Experiências Estéticas, geradas a partir da intersecção da Psicanálise e da Cultura, pretendemos propiciar uma imersão em direção aos mais profundos sentimentos e dessa forma abrir caminho para o despertar de um pensar criativo e consequente desenvolvimento emocional.</p>



<p>Marta Dominguez Sotelino</p>



<p>Coordenadora da Comissão Cultural da VI Bienal de Psicanálise e Cultura da SBPRP</p>
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